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PISAgro

Nossa história

Como a pesquisa em sistemas integrados virou um sistema de gestão para a fazenda.

A origem

A tecnologia estava na universidade

Os sistemas integrados de produção agropecuária são pesquisados há décadas nas universidades brasileiras. A metodologia PISA nasceu daí, em 2007, de uma parceria entre o Ministério da Agricultura (MAPA), a UFPR e a UFRGS: um jeito estruturado de planejar, executar e avaliar uma propriedade que integra lavoura, pecuária e floresta.

O conhecimento existe, está validado e é reconhecido. O que faltava era a ponte até o portão da fazenda.

A base

Treze anos de pesquisa em sistemas integrados

O NITA, Núcleo de Inovações Tecnológicas em Agropecuária, foi fundado em 2013 pelo Prof. Aníbal de Moraes na UFPR. Desde então acumula pesquisa contínua em sistemas integrados, com área experimental acompanhada, medida e avaliada há mais de uma década.

Foi ali que o PISAgro se formou, e é dali que ele tira o rigor.

O incômodo

A propriedade produz dado o tempo todo

Naquela área tudo era medido, anotado e analisado, porque era pesquisa. Mas o dado não existe porque é pesquisa: ele existe porque a propriedade acontece. Pesagem, pastejo, chuva, adubação, entrada e saída de animal, custo.

Numa fazenda real está tudo lá, todo dia, e some antes de virar decisão. O PISAgro nasceu para levar ao produtor o mesmo cuidado que a pesquisa tem com a área dela: medir, registrar e usar.

O nascimento

“Isso pode virar uma plataforma de gestão”

A primeira peça foi pequena: um modelo que lia uma análise de solo e devolvia a recomendação de adubação.

Foi o Prof. Aníbal de Moraes quem olhou aquilo e perguntou se era uma plataforma de gestão de propriedades rurais. Não era, ainda. Mas naquela pergunta o projeto deixou de ser um exercício e virou o PISAgro.

O propósito

Padronizar como o consultor trabalha

O PISAgro foi construído para que o consultor formado em PISA execute a metodologia de forma organizada, coerente e do mesmo jeito em toda propriedade que atende.

A metodologia é a mesma para todos, mas a execução varia de cabeça para cabeça: um mede de um jeito, outro anota de outro, um terceiro entrega um relatório diferente. O sistema fecha essa variação. Ele define o que se mede, quando se mede e como o resultado é apresentado, sem tirar do consultor o julgamento técnico que só ele tem.

Ciência e sensibilidade

Um sistema de produção é feito de gente

A metodologia PISA se define por dois eixos: o rigor científico dos sistemas integrados e a sensibilidade de quem trabalha com pessoas. Um sistema de produção não é feito só de dado. É feito de quem está lá todo dia executando o manejo e gerando esse dado com o próprio trabalho.

Uma propriedade é uma empresa: tem equipe, rotina, custo e alguém respondendo pelo resultado no fim do mês. Só que a informação depende de quem está no curral, no piquete e no trator, e o tempo dessas pessoas já está todo tomado.

Por isso o PISAgro recebe a informação onde ela nasce. Registro na hora do manejo, pelo celular e pelo WhatsApp, na linguagem que a equipe já usa. Reduzir a carga de trabalho não é comodidade, é princípio da metodologia.

O resultado

Para o produtor e para quem contrata consultoria

Para o produtor, é previsibilidade: o acompanhamento segue um padrão, o histórico da propriedade se acumula e a recomendação vem apoiada no que foi medido ali dentro.

Para a empresa que contrata consultoria, é desempenho: uma equipe inteira trabalhando com o mesmo método, com o que cada consultor fez visível e comparável. Padronizar não engessa o técnico, aumenta o resultado dele.

Hoje

Conferido por quem vive disso

O PISAgro não foi desenhado só no computador. Cada parte passou por reuniões com consultores e com produtores, os dois lados ao mesmo tempo.

O consultor traz o rigor técnico e a exigência do relatório. O produtor traz o tempo curto e o que de fato dói na propriedade. O que resolvia problema real entrou no sistema. O que não resolvia ficou de fora.